Gravidez

A gravidez é uma das coisas mais importantes na vida da mulher, da família ou de um país. Infelizmente muitas das vezes não se dá a devida atenção a ela pensando que a natureza tudo resolve. Já assim foi, mas hoje isso é cada vez mais difícil de acontecer. Vejamos algumas das situações que alteram tudo isso:

Depois disto tudo ainda se admiram porque é que cada vez existem mais problemas a nível de bebés e crianças?

Estamos a hipotecar não apenas o nosso futuro mas e sobretudo o dos nossos filhos. O que irão eles pensar e dizer quando se virem sobrecarregados com o peso da herança que lhe deixámos? E nós, será que vamos continuar a dormir descansados e a fingir que estamos no paraíso ou a fingir que está tudo bem ou que não temos nada a ver com a situação? Está na altura de pensarmos não apenas em nós mas sobretudo naqueles que amamos.

Asma, bronquite, problemas respiratórios, alergias, rinites, sinusites, constipações frequentes, sistema imunitário que não responde, vírus resistentes, problemas de olhos, dislexia, autismo, paralisia, autismo e muitas outras condições deveriam ser suficientes para nos fazerem parar e pensar um pouco naquilo que estamos a fazer e naquilo que queremos para os nossos filhos.

A “ciência tudo resolve” mas até agora ela tem-se mostrado incapaz de dar respostas a muitas coisas e incapaz de resolver muitas outras.

Vejamos o caso das vacinas, em alguns países elas são facultativas uma vez que por vezes as complicações podem ser mais graves do que a doença que previnem. Mais, elas impedem que o corpo crie as suas próprias resistências e defesas e assim ele acaba por ficar debilitado e os vírus acabam por se tornarem cada vez mais resistentes. Que os vírus estão cada vez mais resistentes é-nos dito todos os dias mas o que não nos dizem é o porquê nem como colocar um travão nisso.

O que interessa não é corrigir o mal mas sim evitar que ele surja. A solução sempre foi e sempre será a prevenção. Custa menos prevenir do que remediar.

Voltando ao assunto que nos trouxe aqui, temos que a mulher antes de pensar em engravidar deveria pensar seriamente naquilo que vai fazer e no que quer para o seu filho/a. Ela deveria melhorar a sua alimentação, tomar vitaminas e minerais e reduzir o stress a que está sujeita todos os dias. Mais, ela deveria usar qualquer técnica que a ajudasse a libertar as tensões já acumuladas para que o feto não venha a ser afectado por elas e assim poder crescer mais saudável.

Que o feto sente tudo aquilo que se passa com a mãe é hoje um facto indiscutível. As emoções são absorvidas pelo feto como a água é por uma esponja. As emoções e os sentimentos são assim absorvidos pelo feto que depois os vai usar ao longo da sua vida para lidar com ela. Se a gravidez está sujeita a stress, tensões e problemas emocionais então isso reflectir-se-à negativamente na futura criança e no futuro adulto. Não interessa usar uma máscara pois o feto sente o que se passa lá no fundo (ou lá na alma como se costuma dizer).

Porque existem tantos problemas emocionais nas crianças, nos adolescentes e nos adultos? Agora talvez as coisas comecem a fazer mais sentido, não é verdade?

Uma das melhores técnicas para libertar as tensões já acumuladas é a Terapia Sacro Craniana (ou Crânio Sacral) a qual deveria ser usada antes de engravidar e durante a gravidez pois ajuda e muito a mãe, o feto e a criança. Ela ajuda a distender os tecidos e dá-lhes uma maior capacidade de adaptação o que se traduz em maior bem estar para o bebé.

Mais deveria igualmente usar-se a Manipulação Visceral pois é importante soltar todas as vísceras para que depois de grávida o bebé tenha muito mais espaço e/ou consiga mais facilmente arranjá-lo. Isto permitirá um melhor crescimento do feto com melhores resultados a nível de saúde.

Os benefícios em termos de saúde e de bem estar da mãe, do feto ou da futura criança são mais que muitas mas isso é apenas o resultado de se fazerem as coisas com conhecimento e por amor.

Saiba mais sobre o que a Terapia Sacro Craniana (ou Crânio Sacral) pode fazer por si, pela sua gravidez, pelo seu bebé, criança ou família.

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Última Actualização:

Criada a 10 Junho 2002